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Kafka à beira-mar

By 30/12/2017 No Comments

Da pequena mesa redonda, cercada de quatro cadeiras, onde apoio meu computador, vejo a ponta da praia que emenda com o começo do morro. Ele toma toda a paisagem à minha esquerda. Mato denso. O mar parece violento nesse pequeno pedaço e fixo na minha cabeça que isso é característico desse local. É mais romântico. O barulho, de qualquer forma, é sempre muito alto. O volume exato. Suficiente para ajudar a adormecer, mas não tão alto que me acorde. O cheiro do sal inspira. Assim como a edição de Murakami que está fechada do lado do teclado. Hora de voltar para a leitura.